29 de jul de 2016

Festa de jubilação e posse do novo Pastor Presidente da AD em Ribeirão Preto (SP) reúne milhares

Pastor Antonio Santana entregou a liderança após 32 anos de trabalho
Pastor Jairo Santana foi aclamado novo Presidente

Pastor Antonio Santana que foi jubilado e tornou-se presidente de
Honra ao lado da esposa Lourdes ao centro e do novo presidente,
pastor Jairo Santana à direita durante AGE
Por Pb. Tiago Bertulino/Jornalista
AD São Paulo - Ministério do Belém/CONFRADESP

Com milhares de membros, obreiros, autoridades e familiares presentes, na quarta-feira, 27 de julho de 2016 o pastor Antonio Silva Santana que presidiu a Assembleia de Deus Missão em Ribeirão Preto, interior do estado de São Paulo por 32 anos teve seu pedido de jubilação homologado em assembleia geral extraordinária (AGE). Nesta mesma noite, por indicação do até então presidente, foi aclamado novo líder da referida igreja o pastor Jairo Santana.


A AGE foi conduzida pelo pastor Severino Ludovico da Costa, primeiro vice-presidente; auxiliado pelo pastor Sérgio dos Reis de Souza, que cooperou como secretário-adoc; cumprindo tudo que determina o estatuto social da igreja, foram feitas as duas convocações e aberta a assembleia que jubilou o pastor Santana destituindo-o do cargo e empossou o pastor Jairo como novo presidente após oração conduzida pelo pastor Raimundo Soares de Lima, presidente da AD em Indaiatuba (SP) com o novo líder e sua esposa Rosana Santana de joelhos dobrados.

Encerrada a assembleia a igreja ofereceu ao Senhor um culto especial de gratidão pelo trabalho realizado pelo pastor Antonio Silva Santana, sua esposa irmã Lourdes e toda família que de forma íntegra e fiel serviu ao Senhor e o campo com muita seriedade e cuidado. As homenagens foram diversas; após os louvores apresentados pelo gigantesco coral da igreja e pelos conjuntos de jovens e senhoras, diversas placas e presentes foram entregues ao casal Santana.

O pastor Álvaro Alem Sanches, tesoureiro da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), presidente da AD em Uberlândia e da Convenção de Ministros das ADs no Triângulo Mineiro (COMADETRIM), dirigiu a programação festiva, entregando ao final uma placa em nome da convenção mineira, da qual os ministros do campo de Ribeirão Preto fazem parte e o pastor Santana é o primeiro vice-presidente. Ainda fizeram uso da palavra destacando o brilhante ministério do presidente jubilado que passa a ser presidente de honra do ministério e de apoio e encorajamento ao presidente eleito os pastores Ival Teodoro da Silva, 1º vice-presidente da CGADB que representou o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente; pastor Samuel Câmara, presidente da AD em Belém (PA) e da CIMADB; o pastor Severino Ludovico em nome dos mais de 1 mil obreiros do campo e por fim, em nome da família o pastor Josias Santana.

Além dos órgãos musicais da igreja, o Quarteto Gileade (CPAD Music), abrilhantou a festa com belas canções; participaram da solenidade diversos políticos da região e diversos pastores presidentes de igrejas não só do estado de São Paulo, como de diversas regiões do Brasil como Benjamin Tiburtino que representou a CONFRADESP e o pastor José Wellington Costa Junior; Jefferson de Freitas, representando a Casa Publicadora da Assembleias de Deus (CPAD); Ivan Pereira Bastos, tesoureiro da CGADB; Joeser Cruz Santana, 1º vice-presidente da Convenção das ADs na Bahia (CEADEB), líder da AD em Feira de Santana (BA)  e sobrinho do pastor Santana; Pb. Tiago Bertulino, assessor de imprensa da CONFRADESP, dentre outros.

A cerimônia de jubilação e posse foi concluída com as palavras do presidente eleito, pastor Jairo Santana que fez seus agradecimentos; tributou a Deus a gratidão do seu coração; agradeceu ao seu pai, presidente de honra pela indicação e ao ministério e igreja pela aprovação e pediu que os líderes e irmãos presentes não deixassem de orar por ele e sua família.



Pastor Jairo e esposa Rosana, novo líder da IEADERP






















28 de jul de 2016

AD em São Paulo realiza hoje duas trocas de Pastores; Mogi Guaçu e Vila Guarani

Fachada do templo-sede do
Setor 115 - Vila Guarani (SP)
Jubilação em Mogi-Guaçu, interior do Estado e substituição em Vila Guarani na capital

Duas importantes Igrejas pertencentes à Assembleia de Deus em São Paulo - Ministério do Belém passarão hoje por mudança em sua liderança.

O campo de Mogi-Guaçu, interior do estado, após pouco mais de seis anos sob o cajado do pastor Henrique Roberto da Silva, que pediu jubilação, receberá como novo Presidente o pastor Simeão Exôdo do Nascimento, que no dia 20 de julho, após quase sete anos na presidência do campo de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), também interior do estado, foi substituído pelo pastor Gedaias Alves da Silva. O pastor Paulo Roberto Freire da Costa, líder do Campo de Campinas (SP) e primeiro secretário da CONFRADESP estará conduzindo a reunião de jubilação e posse representando o pastor presidente, José Wellington Bezerra da Costa.

A outra mudança acontecerá no Setor 115 da capital, com sede no bairro de Vila Guarani, onde o culto será dirigido pelo próprio líder da denominação, pastor José Wellington Bezerra da Costa. Entregará o trabalho o pastor Adilson Rossi e será apresentado como novo pastor setorial Narciso Fuser, que está até o momento na liderança do Setor 117 - Vila Talarico. Ambos os setores estão sediados na zona leste da cidade.

Por Pb. Tiago Bertulino/Jornalista
Departamento de Comunicação IEADSP/CONFRADESP

26 de jul de 2016

O adolescente cristão e o batismo em águas


Um dos momentos mais marcantes na vida terrena de Jesus foi o seu batismo. Sua importância dá-se pelo fato de este evento ser registrado pelos quatro evangelistas.

Para constituir o seu povo na Terra, o Senhor Jesus estabeleceu a Igreja, o seu corpo místico (Ef 1.22,23), e o sinal visível de ingresso e identificação do novo crente na igreja local é a sua obediência às ordenanças de Jesus à igreja: o batismo em águas e a Santa Ceia (Mc 16.15,16; At 2.38,39,41,42; Rm 6.3,4). Veremos o que é o batismo nas águas? Por que o fazemos? Como deve ser ministrado, quando e para quem?

I - O QUE É BATISMO
Um dos momentos mais marcantes na vida terrena de Jesus foi o seu batismo. Sua importância dá-se pelo fato de este evento ser registrado pelos quatro evangelistas (Mt 3.13-17; Mc 1.9-11; Lc 3.21,22; Jo 1.32-34). Além disso, o batismo de Jesus revela-nos sua filiação com o Pai.

1.1 Sentido literal. Na língua original do NT, o grego, a palavra batismo “baptizo” significa: “imergir, mergulhar, afundar, colocar para dentro de”. Vários textos do NT mostram que o batismo era efetuado em águas abundantes de rios, lagos ou mares, ou em algum outro local com água suficiente para mergulhar completamente a pessoa que desejasse ser batizada (Mt 3.13-17; Mc 1.9-11; Lc 3.21,22; Jo 1.32-34; 3.23; At 2.41; At 8.36-39; 9.18). Podemos citar quando Paulo batizou o carcereiro (At 16.33).

1.2 O sentido litúrgico. O NT estabelece apenas duas ordenanças que, embora não salvem, testemunham de forma visível da graciosa salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Essas ordenanças são também símbolos que expressam a nossa fé e comunhão com Cristo, a saber: o batismo em águas por imersão e a Santa Ceia. Essas duas instituições são chamadas pela igreja de ordenanças, porque foram ordenadas por Jesus (Mt 28.19; 26.26-28; Mc 16.16; Mc 16.20; At 2.41; 8.12,13,36-39; 10.47). O batismo em águas como um ato litúrgico representa os símbolos que expressam a nossa fé e comunhão com Cristo (Cl 2.12; Rm 6.4).

II - O BATISMO POR IMERSÃO E SUA IMPORTÂNCIA BÍBLICA
O batismo em águas é na verdade um ato de obediência ao comando de: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado...” (At 2.38). No entanto, o batismo em água por imersão é um testemunho público da nova vida em Cristo assumida pelo batizando.

2.1 A forma do batismo. Ao tratar do batismo, a Bíblia é incisiva ao demonstrar que somente o convertido deve ser imerso totalmente na água (At 8.36,38) como um sinal físico e visível de sua fé e arrependimento (Jo 3.23). A linguagem bíblica empregada na simbologia do batismo implica imersão total (Rm 6.4; Cl 2.12). Paulo compara o batismo a um sepultamento (Cl 2.12, Rm 6.3-6), não sepultamos um corpo atirando apenas uma pá de terra.

2.2 A autoridade e a fórmula do batismo. Muitos não percebem estes dois fatos da doutrina do batismo e trabalham de forma errada. a) Autoridade. A ordem divina para batizar, bem como a fórmula do batismo, temo-as a partir de Mateus 28.19: “Batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. “Em nome” fala-nos do direito concedido por Jesus aos seus ministros para efetuarem o batismo de acordo com a ordenança divina (At 2.38; 8.16; 10.48; 19.5).  b) A fórmula. Ainda em Mateus 28.19, encontramos a fórmula do batismo na expressão: “do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, pois a salvação procede do Pai que a planejou; do Filho, que a consumou; e do Espírito Santo que a efetuou.

III - JESUS E O BATISMO EM ÁGUAS
Se o batismo era uma confissão pública de arrependimento de pecados, e o Senhor Jesus não tinha pecados para confessar, é de se deduzir que Ele não precisava se batizar. Eis aí a razão pela qual João quis se recusar (Jo 1.14). Por qual razão, então, Jesus se submeteu ao batismo em águas? Vejamos:

3.1. Para cumprir toda a justiça. Como Jesus viera sob a Lei (Gl 4.4), teria de dar exemplo de plena obediência à Lei diante da nação israelita. Por esta razão, Ele foi circuncidado (Lc 2.21); foi apresentado no Templo e consagrado ao Senhor (Lc 2.22,23); aos doze anos, foi à Jerusalém para participar da Páscoa (Lc 2.41,42), e também se submeteu ao batismo em águas (Mt 3.13-17; Mc 1.9-11; Lc 3.21,22; Jo 1.32-34).

3.2 Para se identificar com os pecadores. Embora Jesus não precisasse do arrependimento de pecado (1Pe 2.24), foi batizado como nosso representante, assim também como nosso representante seria crucificado (Lc 3.21; 2 Co 5.21). O batismo ilustra a identificação do crente com a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus (Rm 6.3-4). A ação de ser imerso em águas retrata sendo sepultado com Cristo. A ação de sair da água retrata a ressurreição de Cristo.

3.3. Para confirmar e anunciar seu ministério. Assim como o batismo representa o fim de uma velha para uma nova vida, o batismo de Jesus também representa o fim de uma vida normal de um simples carpinteiro (Mt 13.55; Mc 6.3), para tornar-se um homem público, e dar início ao seu ministério, com uma missão específica, sob o poder do Espírito Santo (Mt 4.23; 9.35). Ao ser batizado por João, Jesus queria endossar também o ministério de João (Mt 21.25).

IV O BATISMO NA VIDA DA IGREJA
O batismo em águas não é (como alguns acreditam) um pré-requisito para salvação, pois batismo não salva ninguém. Jesus disse que quem crer (e for batizado por crer) será salvo e quem não crer será condenado; notemos que ele não disse “quem não for batizado será condenado”, mas sim “quem não crer”. O batismo segue a fé que nos leva à salvação, mas ele em si não é um meio de salvação. Que o diga aquele ladrão que foi crucificado com Cristo e a quem Jesus disse que estaria com ele ainda aquele dia no paraíso (Lc 23.39 a 43); ele somente creu e nem pôde ser batizado, mas não deixou de ser salvo por isto. O batismo, portanto, não salva, mas nem por isso deixa de ser importante e necessário. Podemos dizer que o batismo é parte do processo de salvação, mas não que ele em si salve (1Pe 3.21).

4.1 A prática do batismo no início da igreja. O dia de Pentecostes, com o derramamento inicial do Espírito Santo na vida dos discípulos de Jesus, assinalou também a inauguração da Igreja quando, naquele mesmo dia, foram batizadas quase três mil pessoas que se agregaram a igreja (At 2.37-41). No entanto, o batismo em águas não é pré-requisito para receber o batismo com o Espírito Santo. Na casa de Cornélio, toda a sua família foi cheia do Espírito Santo e falou em outras línguas e, a seguir, foi batizada em água (At 10.44-48). Naturalmente, uma pessoa que aceita a Cristo como seu Salvador e Senhor não deve ficar alheia à vida da igreja e ao batismo em água (At 2.41).

4.2 As realidades espirituais figuradas no batismo. O batismo em águas é uma identificação pública do crente com Cristo, o seu Salvador, em que: a) A descida do candidato às águas fala da nossa morte com Cristo; b) A imersão nas águas está relacionada com o nosso sepultamento com Cristo; e c) O levantamento das águas representa a nossa ressurreição com Cristo em novidade de vida (Rm 6.3,4). Um dos propósitos do batismo em águas é simbolizar a morte, sepultamento e ressurreição do novo crente e sua nova vida em Cristo.

V – A CIRCUNCISÃO E O BATISMO EM ÁGUAS
O batismo em águas através do arrependimento substituiu na Nova Aliança em Cristo, o sinal de pacto com Deus que a circuncisão representou no AT (Cl 2.11-12). Para o povo judeu a circuncisão era a forma de “inserção” do indivíduo na comunidade judaica. Da mesma forma, o batismo em águas é o meio de “inserção” do cristão na Igreja como instituição. A comunidade cristã adotou o batismo com água em lugar da circuncisão, por vários motivos. Dentre eles, podemos destacar:

O uso da água fazia parte da tradição de purificação dos judeus. E, uma vez que a Igreja entendia que Cristo veio para nos purificar de todo pecado e injustiça, nada melhor do que o uso da água para a inserção nesta nova realidade de vida e fé (Nm 19.9; Ez 36,25); A circuncisão excluía a mulher, uma vez que a mesma era um sinal no órgão genital masculino, o batismo com água passou a incluí-la e colocá-la em termos de igualdade no Reino de Deus; A circuncisão exigia o legalismo (observância irrestrita da lei) como meio de salvação. A ênfase da circuncisão era a prática de obras para a justificação. O batismo com água exige simplesmente a fé, confiança na graça de Deus. Nele, os méritos humanos para a justificação são excluídos diante de Deus (Ef 2.8-9); A circuncisão limitava o direito dos gentios (pessoas fora da cultura judaica) em relação ao pacto com Deus. O batismo com água nivela a todos, deixando-os iguais e com o mesmo direito diante de Deus (Gl 3.27-29).

CONCLUSÃO
O batismo em água é a porta de entrada para agregar-se à igreja visível, terrena e local. Portanto, é indispensável que todo convertido a Cristo seja assim batizado e integrado à vida da igreja cristã local. O batismo não salva, no entanto, todos os que creem em Jesus para sua salvação pessoal desejam descer às águas batismais em cumprimento ao mandato de Jesus (Mc 16.16).

REFERÊNCIAS
MENZIES, W. W.; HORTON, S. M. Doutrinas bíblicas: os fundamentos da nossa fé. RJ: CPAD.
ADEYEMO, Tokunboh. Comentário Bíblico Africano. Mundo Cristão.
CHAMPLIN, Russell Norman, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. 4.HAGNOS.
CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. HAGNOS.
Esequias Soares. Os Dez Mandamentos. Valores Divinos para uma Sociedade em Constante Mudança. CPAD.
HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Antigo Testamento Josué a Ester. Editora CPAD.
RADMACHER, Earl D. O Novo Comentário Bíblico Novo Testamento. Editora Central Gospel Ltda. RICHARDS.
Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal.  CPAD.

VINE, W.E, et al. Dicionário Vine. CPAD.

FONTE: IEADPE

25 de jul de 2016

Pastor Santana entrega na quarta (27) liderança da AD em Ribeirão Preto (SP)

Pastor Santana esta à frente da Igreja
há mais de 30 anos
Membros são convocados para Assembleia Geral de Jubilação do Líder

O pastor Antonio Silva Santana, presidente da Assembleia de Deus em Ribeirão Preto, interior do estado de São Paulo será jubilado na próxima quarta-feira, 27 de julho de 2016 em assembleia geral extraordinária convocada para este fim.

A cerimônia acontecerá a partir das 19h nas dependências do grande templo erguido nos últmos anos de seu pastorado na referida Igreja localizado à Avenida Eduardo Andrea Matarazzo, 3820, Via Norte, em Ribeirão Preto (SP).

Pastor Santana é um dos mais antigos líderes em exercício; conhecido em todo Brasil, ele foi eleito primeiro tesoureiro da CGADB em 2009, porém renunciou ao cargo meses depois; hoje além de presidir a AD na cidade é o primeiro vice-presidente da Convenção de Ministros das ADs no Triângulo Mineiro (COMADETRIM).

O chamado para cerimônia de jubilação encontra-se inserido no site da Igreja www.ieaderp.com.br, confira.

CONHEÇA UM RESUMO BIOGRÁFICO DO LÍDER

Filho de Eloy José Santana e Clotildes Silva Santana, Antonio foi criado na fazenda Solidade, na cidade de Baixa da Palmeira (BA) com seus pais e 14 irmãos. Sua família era extremamente católica. Além de possuir imagens de santos em sua fazenda, também os homenageava em datas festivas até o dia em que o evangelho entrou na fazenda, transformando as vidas ali presentes.

“Tonho”, como era chamado pelos seus familiares, era uma criança que, além de chupar os dedos como outros meninos, também cuidava das ovelhas de seu pai junto com seus irmãos Fernando e Fidélis. Quando um dos seus tios ficou viúvo, seu pai o recebeu em sua fazenda a fim de ajudá-lo, já que ele possuía dois filhos e não tinha condições de criá-los sozinho. Foi então que “esse tio” veio morar com eles na fazenda e trouxe consigo uma bíblia, que começou a ser lida constantemente.

Assim que souberam que na fazenda Solidade havia uma bíblia e que estava sendo lida pela família, os irmãos da igreja Assembleia de Deus logo foram fazer uma visita. Após falar da palavra de Deus e fazer o apelo, seu pai, Eloy, aceitou a Jesus como seu único e suficiente Salvador. As mudanças na família e na fazenda logo começaram. As imagens foram destruídas, as homenagens aos santos foram encerradas e o lar passou a pertencer exclusivamente ao Senhor Jesus.

Vários cultos começaram a ser realizados na fazenda Solidade. Em um deles, Antonio Santana, o “Tonho”, se decidiu por Jesus e entregou sua vida a Ele, ainda aos sete anos de idade. Aos doze anos, mais precisamente em 12 de agosto de 1944, decidiu cumprir a primeira ordenança de Jesus, se batizando em águas. Sua vocação, desejo e zelo pela obra do Senhor já se despontavam logo na adolescência. Essas marcas se mantém vivas nele até hoje.

Em 1950 veio sua convocação para servir o Exército brasileiro. De volta ao lar, ainda mais maduro e cheio de sonhos, continuou servindo ao Senhor na cidade, auxiliando Adriano Ferreira, seu pastor local.

Dois anos depois, conheceu Lourdes, uma jovem mineira, e se apaixonou completamente por ela. Após várias orações pedindo confirmação desse relacionamento, noivaram-se e se casaram no dia 9 de outubro de 1954. O jovem casal mudou-se então para uma fazenda, desta vez na cidade de Teodoro Sampaio (SP).

Meses depois mudaram-se para Sorocaba (SP). O plano do casal era iniciar uma vida com maior estabilidade, num lugar com maiores oportunidades. Em 12 de agosto de 1955 nasce o primeiro filho, Jetro. Ainda em Sorocaba, Antonio Santana tocava bumbo na banda de música da igreja e auxiliava o seu pastor local, Severino Felix de Medeiros.

Com um filho ainda pequeno, Santana e sua esposa decidem mudar para Santo André (SP), cidade onde viveu muitos anos e onde recebeu muitas das bênçãos mais importantes de sua vida.

Nessa cidade, o Senhor o presenteou com o batismo no Espírito Santo em 5 de maio de 1956. Continuou servindo a Deus tocando seu trombone e servindo a igreja na função de diácono, mesmo nunca sendo separado para tal. Mas, sua disposição em servir superava seu desejo por títulos eclesiásticos. Ainda em Santo André, teve uma vida profissional estável, exercendo o cargo de serviços gerais na Companhia Química Rhodia por 14 anos. Depois vieram mais dois filhos e uma filha. Jairo Santana nasceu em 1954, Josias em 1962 e Janice Santana em 1964.

Os anos de trabalho e amor à obra de Deus fizeram de Antonio um servo cada vez mais fiel e exemplar. Tal empenho e fidelidade, aliado ao plano divino, deu ao servo do Senhor mais duas grandes bênçãos. Em 1 de agosto de 1965 foi separado para o presbitério pelo pastor Joaquim Marcelino da Silva, então presidente do campo de Santo André. Em 28 de fevereiro de 1970 foi ordenado pelo mesmo pastor para o Santo Ministério.

Como pastor, continuou servindo o ministério da igreja, atuando, inclusive, como vice-presidente, ao lado de Joaquim Marcelino.

Após pedir confirmação algumas vezes para Deus, decidiu se desligar da empresa, dedicando-se exclusivamente ao trabalho eclesiástico. Várias foram as experiências vividas nesse período.
Santo André foi também a cidade onde ele pastoreou diversas congregações sob a liderança de Joaquim Marcelino.

Após 20 anos em Santo André, recebeu uma convocação de Joaquim Marcelino para assumir a igreja na cidade de Franca (SP), em dezembro de 1975. Em sua gestão, várias congregações foram abertas na cidade e na região. Sua esposa, sempre ao seu lado, trabalhava com o Círculo de Oração e com o departamento infantil da igreja.

Com a construção do templo sede em Franca a todo vapor, Antonio recebeu uma convocação para comparecer na cidade de Ribeirão Preto (SP) para uma reunião de pastores. Nessa reunião, Santana é escolhido para assumir a liderança da igreja na cidade.

Em mais de 30 anos de pastorado na IEADERP, centenas de vidas aceitaram a Cristo como Senhor e Salvador. Cada alma ganha para Jesus, um presente para o pastor Santana. Afinal de contas, existe presente maior do que ver vidas se entregando a Deus como resultado de um trabalho sério desenvolvido por décadas?

Mas, um dia ele teve um sonho: construir um grande templo para comportar mais de 12 mil fiéis. O que há de errado em sonhar? Os sonhos e os desejos de fazer algo ainda melhor para Deus também vêm do Senhor. Mas, quando as dimensões desse sonho são grandes demais, dentro de um projeto que hoje sabemos que ultrapassará os 20 milhões de Reais, o coração de qualquer empreendedor começa a bater mais forte.

No final de 1994, esse sonho começa a dar os primeiros passos rumo à realidade. A Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Campo de Ribeirão Preto compra um terreno de 34 mil metros quadrados localizado na Via Norte. No ano seguinte, em 1995, o pagamento da última parcela é concluído e um evento especial é realizado no local como forma de oficializar e celebrar a aquisição da área. O evento “Pisando em Nosso Chão” teve a presença de irmãos e obreiros que louvaram ao Senhor naquele local, mesmo ele ainda sem forma.  Em 1996 a obra começa a ser levantada.

Após mais de duas décadas, o Grande Templo já virou notícia em jornais de circulação regional e nacional, já despertou a curiosidade de muitas pessoas e já conseguiu muitos admiradores pelo Brasil.

O projeto ainda não acabou. Muitos esforços, talentos, recursos e dedicação ainda serão necessários para que ele seja oficialmente concluído, inaugurado e apto a receber milhares de pessoas, vindas de todas as partes do país.

Uma marca registrada na administração do pastor Santana nesse tempo todo, e mencionada com detalhes no livro que leva seu nome, é a firmeza de manter uma gestão sem dívidas. Aliás, esse é um ideal buscado por muitos administradores de empresas.

Após 31 anos pastoreando a Assembleia de Deus em Ribeirão Preto e 83 anos de vida, o pastor Antonio Silva Santana continua impulsionando o crescimento da igreja. Sua maior prioridade hoje é, sem dúvida, a construção do Grande Templo, um sonho de dimensões gigantescas e já em fase de acabamento.

FONTE: IEADERP

CGADB: Em vídeo apresentação das eleições on-line 2017


A Comissão Eleitoral da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), sob a direção do pastor Antonio Carlos Lorenzetti de Mello disponibilizou desde o dia 22 de julho no Youtube o primeiro vídeo apresentando como será as eleições on-line 2017, sistema pelo qual serão escolhidos o Presidente e demais membros da mesa diretora e conselho fiscal que ocuparão os principais cargos no concílio maior das Assembleias de Deus no Brasil.

Vale ressaltar que o site Eleições CGADB 2017 www.eleicoescgadb.org.br entra no ar na próxima segunda-feira, 01 de agosto de 2016 e nele você acompanhará diariamente o passo a passo da eleição.

Assista aqui e convide outros pastores e evangelistas filiados à CGADB para assistir também.

FONTE: CGADB