13 de jun de 2012

Minhas palavras de Repúdio a atitude de alguns Pastores durante AGE da CGADB

Últimos acontecimentos durante encontro realizado em Maceió (AL) de 6 a 8 de Junho causou indignação em pastores de todo Brasil


Infelizmente, há um pequeno grupo de pastores na CGADB que com certeza não tem vivido o que pregam em seus púlpitos. Nas últimas assembleias, ao invés de resolverem as coisas em clima de paz, eles se organizam para atrapalharem todos os trabalhos programados. Digo pequeno grupo, porque a CGADB é composta por cerca de 35 mil obreiros e em sua maioria homens sérios, cheios do poder de Deus e de unção.

Eu por bondade de Deus, trabalhando e acompanhando meus pastores, participei das ultimas assembleias realizadas nos seguintes locais e anos: São Paulo (SP) - 2007; Porto Alegre (RS) - 2008; Serra (ES) - 2009; Cuiabá  (MT) - 2010 e Rio Largo (AL) - 2012 e o que tenho visto por parte de alguns, realmente não são posturas de homens de Deus.



Discordar com assuntos, temas, argumentos, é normal; discutir o assunto, é salutar, agora já chegar ha um trabalho combinados a atrapalhar tudo, é um absurdo, algo que deve ser reprovado por todos nós.

Não falo do que ouvi de A ou B, falo do que vi em todas as últimas reuniões. Este grupo de pastores tem líderes, e enquanto o presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa esta dirigindo os trabalhos, estes líderes passam por seus liderados e dizem o seguinte: "Tudo que o velho falar, não concorde, não vote a favor, vote contra, independente do que seja, se preciso grite e suba na cadeira", isto seria atitude louvável de um pastor ? absolutamente não.

No último encontro, de 6 a 8 de junho em Maceió, estes acontecimentos chegaram ao limite, por discordarem de um assunto, que não era eleição, o que nos últimos anos tem causado desgosto em pastores sérios que vão as reuniões, acreditando que os opositores a atual diretoria eram maioria na reunião, assim que o presidente propôs a aprovação de um determinado assunto, o pastor Samuel Câmara, que preside a AD em Belém, Pará e a Convenção de Ministros da Igreja Mãe das ADs - CIMADB simplesmente fica de pé, enquanto o pastor José Wellington falava e manda seu grupo, que ocupavam as primeiras cadeiras ficarem de pé e começarem a gritar.

Depois de tudo isto dobram os joelhos e dizem que vão orar, orar o que? orar a quem? hipócritas... Medite: 
23 Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
24 Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.

Tendo suas vozes abafadas pelo som do microfone que estava na mão do presidente, que pedia que por favor ficassem quietos e tivessem comportamento de pastor, o pastor Samuel Câmara continua de pé na tribuna e manda seus subordinados pastores começarem a cantar "Já achei uma flor gloriosa...", eu pergunto, que flor gloriosa estes homens acharam que não teve poder de mudar suas vidas, suas atitudes?

Estava com certo receio de escrever este texto, pois sou de SP, pertencente ao Ministério do Belém, presidido pelo pastor José Wellington, mais não me importei, pois não me importo com o fato de pastor Samuel Câmara ser concorrente do pastor Wellington a presidência da CGADB, mais sim com a forma com que o mesmo, e seu grupo de subordinados tem agido nos últimos anos.

É tão baixa a atitude destes pastores, que por não serem atendidas suas vontades, agora querem por liminar judicial, tentar cancelar a reunião, torna-la sem efeito. Pare e pense comigo, 2.262 pastores deixaram sua família, sua igreja, seu trabalho para estarem reunidos tratando sobre o futuro da igreja, gastaram em média R$ 1,500 (mil e quinhentos reais) com transporte, alimentação e hospedagem. A igreja em Maceió movimentou seus membros, investiu no evento para que estes mesmos pastores fossem recebidos com carinho e atenção. Agora por interesse particular de alguns que não foram atendidos, todo este sacrifício pode ter sido perdido.

Deixo aqui meu repúdio a tal atitude, e afirmo, tudo que menciono aqui é o que vi e ouvi nos corredores do Castelo do Desfiladeiro, onde foi realizada a AGE, não que me disseram.

Eles afirmam que o pastor José Wellington não quer mais sair da CGADB, o mesmo ainda preside a instituição porque foi eleito, não por simplesmente querer se manter no poder. Por várias vezes o atual líder da CGADB foi aclamado presidente por não ter concorrente, nas vezes que foi concorrente ganhou pelo voto. Não condeno existirem concorrentes aos cargos da CGADB, condeno sim, a forma, a atitude com a qual alguns pastores tem agido nos encontros convencionais.

Ser contrário ha alguma posição é normal, agora o que diriam alguns destes homens quando um membro de sua igreja o chamasse de velho, gritasse com ele? com certeza seria chamado de crente rebelde e até excluído da comunhão da igreja. Nunca aprendi com meus pastores a brigar, chingar, desrespeitar meus pastores, pelo contrário, sempre aprendi obedecer e respeitar. Com meus país aprendi que, ainda que eu não concorde, enquanto alguém esta falando devo permanecer calado, e não querer falar mais alto, muito menos gritar como alguns fazem nas Assembleias da CGADB.

Trago este depoimento a público porque presenciei tudo e tenho certeza que em poucos dias, ao invés de alguns programas de tv serém usados para evangelizar, ganhar almas, serão usados para dizer que foram desrespeitados, que foram ofendidos, que não teve valor seu voto, você telespectador que assistir, saiba que tudo isso já foi gravado ha dias, mais que nem tudo é verdade, a atitude de muita gente, não tem sintonia com as palavras.

Oremos, para que a potente mão de Deus, transforme o que é necessário ser mudado em cada um de nós.